quinta-feira, 5 de novembro de 2026

SOBRE O PROJETO ORIGINAL DA IGREJA MATRIZ DE TAIPU

     O engenheiro e historiador taipuense Arnaldo Eugênio em suas pesquisas encontrou na planta da remodelação e ampliação da igreja matriz de Taipu e descobriu que o projeto original previa uma sacada em baixo das janelas da fachada da matriz.

        A ampliação da igreja matriz de Taipu começou em 1956 pelo Pe. José Luiz da Silva.

      É de Arnaldo Eugênio a autoria do desenho baseado na planta original do projeto de remodelação da matriz de Taipu feito 2021 o qual foi restaurado digitalmente por inteligência artificial e que serviu de base para ilustrar essa postagem.

Desenho do projeto original da ampliação e remodelação da matriz de Taipu de 1956. Autor: Arnaldo Eugênio, 2021.


       Até o presente momento não foi encontrado o nome do autor do projeto da ampliação e remodelação da igreja. 

      Analisando o projeto arquitetônico da Matriz de Taipu com base na proposta de remodelação de 1956, podemos observar uma forte influência da arquitetura religiosa tradicional com traços de inspiração neocolonial e eclética, adaptada ao contexto do interior nordestino:

       O projeto destaca-se pela sua planta longitudinal típica, marcada por uma forte simetria axial centrada na imponente torre da fachada principal. A torre abriga o campanário e é coroada por um pináculo agudo (agulha) encimado por uma cruz, um recurso clássico para conferir verticalidade e destaque à igreja na paisagem urbana da cidade.

      As fachadas laterais apresentam um ritmo marcado por óculos (janelas circulares) na parte superior e janelas verticais em arco pleno na altura da nave, garantindo ventilação e iluminação cruzada adequadas ao clima da região.

     A base da edificação é marcada por embasamento em alvenaria de pedra aparente, o que confere solidez visual e protege a estrutura contra umidade, contrastando harmoniosamente com as paredes claras.

    A adoção da paleta em azul e branco realça os elementos estruturais, cornijas, vãos e molduras, conferindo leveza plástica e uma identidade visual clássica e marcante, muito característica de templos tradicionais brasileiros.

   A fachada frontal é valorizada por um patamar elevado com escadaria monumental que conduz a três portais de entrada, além de sacadas superiores que enriquecem o jogo de cheios e vazios da composição.

   Este projeto de 1956 representa um marco na valorização e consolidação do patrimônio arquitetônico e religioso de Taipu, traduzido com precisão volumétrica e estética no modelo 3D.

Modelo em 3D do projeto original de ampliação e remodelação da igreja matriz de Taipu segundo o desenho feito por Arnaldo Eugênio em 2021.Reconstituição digital por inteligência artificial.

Modelo original da ampliação e remodelação da igreja matriz de Taipu segundo o desenho feito por Arnaldo Reconstituição digital por inteligência artificial.

Modelo original da ampliação e remodelação da matriz de Taipu segundo o desenho feito por Arnaldo Eugênio. Reconstituição digital por inteligência artificial.

Modelo do projeto original da ampliação e remodelação da matriz de Taipu segundo o desenho feito por Arnaldo Eugênio. Colorização por inteligência artificial.

Modelo do projeto original da ampliação e remodelação da matriz de Taipu segundo o desenho feito por Arnaldo Eugênio. Colorização por inteligência artificial.



terça-feira, 3 de novembro de 2026

SOBRE A CRIAÇÃO DO CLUBE RECREATIVO ESTRELA DO NORTE DE TAIPU


     Encontramos no jornal Tribuna do Norte um documento histórico para a história do esporte em Taipu.
Trata-se da criação do Clube Recreativo e Esportivo Estrela do Norte.
     De acordo com o referido jornal no dia 28 de outubro, às 17 horas, na Escola Rural da cidade de Taipu, realizou-se uma reunião com a presença das principais figuras representativas da sociedade local afim de ser organizado um Clube Recreativo e Esportivo com a denominação de “Estrela do Norte”.
      Presidiu a reunião o Padre José Severino de Araujo, "amigo de todos e bem conceituado na localidade e que vem sempre trabalhando pelo desenvolvimento da mesma".(Tribuna do Norte, 09/11/1955, p.4).
     Lendo e explicando sobre os Estatutos da nova Sociedade, concitou com palavras prudentes e cheias de emoção aos taipuenses para se arregimentarem afim de ser concretizado o sr. Otávio Praxedes pediu a aquele ideal. Na mesma reunião pediu a palavra, sugerindo a organização de uma comissão para fazer a escolha da Diretoria provisória para reger os destinos da nova agremiação esportiva e recreativa, a qual ficou assim constituída:
    Presidente — Padre José Severino; Vice — Celso Alves da Rocha; 1. Secretário — Adão Marcelo Filho; 2. — Osman Davim; Tesoureiro — Antonio Soares da Rocha; Orador — Manoel Nazareno; Diretor de Esportes — Moisés Eugenio de Andrade; Técnicos — José Alves Ribeiro e Edmar Leite; Arquivista — Celso Leite; e Enfermeiro — João Frederico.(Op. Cit).
     Por fim, o presidente, em palavras vibrantes, agradeceu a todos e sobretudo a destinação que lhe foi conferida, fazendo um apelo para que a norma de todos fosse a caridade fraternal tão pregada por Jesus Cristo e a única a resolver todos os problemas.
   Com uma calorosa salva de palmas foram ouvidas as últimas palavras do "nosso brilhante e amigo Padre José Severino" ( Op. Cit).
     A notícia do referido jornal ilustra de forma típica a dinâmica social e comunitária de pequenas localidades brasileiras em meados do século XX, como o
    O papel central da Igreja e das lideranças locais, notando-se a forte influência da Igreja Católica na organização civil da comunidade. O Padre José Severino de Araújo não assume apenas um papel espiritual, mas também a liderança civil e moral do evento, presidindo a reunião de fundação de um clube recreativo e sendo aclamado como o primeiro presidente da instituição.
      A agremiação estava assim vinculada ao Centro Social Dom Bosco, entidade social da paróquia de Nossa Senhora do Livramento.
       A criação de clubes recreativos e esportivos (Clube Recreativo e Esportivo "Estrela do Norte") era o principal motor da vida social, cultural e desportiva da época, servindo como ponto de encontro para as "principais figuras representativas da sociedade local".
  A escolha detalhada de uma diretoria com cargos específicos (como orador, arquivista e enfermeiro) demonstra o rigor formal com que estas coletividades amadoras eram estruturadas e registadas na imprensa da época.
    O Grupo Escolar Rural onde se realizou a reunião de fundação do Clube Recreativo e Desportivo Estrela do Norte estava situado onde atualmente é a creche anexa a Escola Municipal Francisca Avelino, voltada para a rua Manoel Eugênio, em frente ao prédio da antiga maternidade, que não época era a rua principal da cidade de Taipu, por onde vinha a estrada que ligava o município a Ceará-Mirim.
      No ano seguinte o Pe. Severino já não se encontrava na paróquia, sendo o seu substituto o Pe. José Luiz da Silva, bastante querido pela juventude taipuense da época, que certamente deu continuidade de incentivo a referida agremiação esportiva de Taipu.

O primeiro jogo 
    A primeira partida da nova agremiação esportiva ocorreu em 15/01/1956 e ocorreu entre o Potengi Sport Club da cidade de São Paulo do Potengi.
Conforme o jornal Tribuna do Norte:
     "O Potengí vai a Taipú. No próximo Domingo, o Potengí Sport Club, excursionará ao município de Taipu para um jogo amistoso, iniciando uma série de excursões que pretende de realizar pelo interior do Estado".(Tribuna do Norte, 10/01/1956, p.5.).
    A partida estava prevista para as 10h, acompanhando todos seus titulares e aspirantes e ainda elementos do departamento artístico. Na cidade de Taipu o Potengí enfrentaria a equipe do Estrela do Norte, regressando no mesmo dia.
Este segundo recorte complementa a história do clube mencionado no documento anterior.
      Enquanto o primeiro documento mostrava a fundação do Clube Recreativo e Esportivo Estrela do Norte em Taipu, este novo recorte revela a equipe já ativa e a receber visitas de clubes de outras localidades, como o Potengí Sport Club, de São Paulo do Potengi, demonstrando a dinâmica dos intercâmbios desportivos no interior do estado.
    O texto destaca que este jogo amistoso marcava o início de uma série de excursões do Potengi Sport Club pelo interior, o que evidencia como o desporto (futebol) servia de ferramenta de integração e lazer regional na época.
     A menção ao deslocamento de "titulares e aspirantes e ainda elementos do departamento artistico" revela que estas viagens desportivas acumulavam também uma vertente cultural e recreativa alargada para as comunidades envolvidas.
A primeira vitória 
    Já a primeira vitória conhecida ocorreu na partida entre o Cruzeiro da cidade de Macaíba em 11/11/1956.
       De acordo com o jornal Tribuna do Norte:
      "Vitorioso em Macaiba o Estrela do Norte, de Taipú.Jogando domingo ultimo na cidade de Macaíba, o Estrela do Norte, de Taipú, derrotou o poderoso conjunto do Cruzeiro por um tento a zero.O único tento da partida foi marcado no periodo final por intermédio de Tião" (Tribuna do Norte, 14/11/1956, p.7).
      O jornal mencionava os nomes de jogadores visitantes como Chicó, Ubiratan, Faustino, Lelê, Leto e Lagartão, depois Chicó, Simão, Tião, Chicó, Jacaré, depois Lito.
    Este terceiro recorte dá continuidade à trajetória do clube Estrela do Norte, de Taipu, mostrando a sua expansão para fora do município.
       Enquanto as notícias anteriores mostravam a fundação do clube e preparativos para jogos em casa, este documento relata uma importante vitória fora do seu reduto, na cidade de Macaíba, derrotando uma equipe considerada "poderosa", o Cruzeiro, por 1-0.
    O título da notícia "Futebol no interior" contextualiza o crescimento da modalidade fora da capital, demonstrando que o clube de Taipu já competia ativamente a nível regional.
 

segunda-feira, 2 de novembro de 2026

SOBRE A FESTA DE NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO

    Existem manifestações que ultrapassam os limites de uma celebração religiosa e se incorporam profundamente à história, à cultura e à identidade de uma comunidade.

    Em Taipu a Festa de Nossa Senhora do Livramento representa uma dessas expressões.

    Ao longo de gerações, a devoção à padroeira tem reunido famílias, fortalecido vínculos comunitários e preservado uma tradição religiosa que ocupa lugar especial na memória coletiva do município.

    A cada ano, quando se aproxima o período dos festejos, Taipu vivencia um momento singular.

    A Igreja Matriz se transforma no centro das atenções, os preparativos mobilizam os fiéis, as comunidades se organizam e os devotos renovam sua confiança na proteção de Nossa Senhora do Livramento. As novenas, celebrações eucarísticas, procissões e demais atividades religiosas constituem momentos de espiritualidade, confraternização e reencontro.

    Entretanto, a importância dessa festa não pode ser compreendida apenas a partir de suas manifestações contemporâneas. É necessário voltar ao passado, conhecer as origens da devoção, identificar os primeiros registros das celebrações e reconhecer o trabalho daqueles que contribuíram para a continuidade dessa tradição.

    A documentação histórica revela que os festejos em honra a Nossa Senhora do Livramento possuem uma trajetória que remonta às primeiras décadas do século XX.

    Notícias publicadas na imprensa potiguar registram diferentes programações religiosas, incluindo tríduos, missas cantadas, sermões, comunhões e procissões. Esses testemunhos documentais demonstram que a festividade já constituía uma importante manifestação da religiosidade local naquele período.

    A história da festa também se confunde com a própria trajetória da Igreja Católica em Taipu. A formação da comunidade religiosa, a construção e ampliação do templo, a criação da paróquia e a atuação dos sacerdotes são elementos fundamentais para compreender a consolidação da devoção à padroeira.

    Merece destaque, igualmente, o reconhecimento das pessoas que fizeram e continuam fazendo a festa acontecer: sacerdotes, religiosos, coordenadores, integrantes das equipes de organização, músicos, colaboradores, famílias e devotos anônimos. Muitas dessas pessoas, embora nem sempre mencionadas nos registros oficiais, desempenharam papel indispensável na manutenção dos festejos e na transmissão da devoção às novas gerações.

     A Festa de Nossa Senhora do Livramento também possui uma dimensão afetiva. Para muitos taipuenses que vivem fora do município, o período festivo representa a oportunidade de retornar à terra natal, reencontrar familiares e amigos e reviver experiências que permanecem guardadas na memória.

    A procissão pelas ruas da cidade, os cânticos e as orações despertam lembranças de outros tempos e reafirmam os laços que unem os devotos à sua padroeira.

      Preservar essa história é reconhecer o valor do patrimônio religioso e imaterial de Taipu. É compreender que a fé também produz história, constrói identidades e estabelece relações de pertencimento que atravessam gerações.

      Ao leitor, esta obra oferece-se a oportunidade de conhecer não apenas a história de uma festa religiosa, mas também parte da trajetória de uma comunidade que encontrou na devoção a Nossa Senhora do Livramento um dos seus mais importantes símbolos de união e identidade.

       Nossa Senhora do Livramento, padroeira de Taipu, permanece no coração e na história de seu povo.

O GRUPO ESCOLAR JOAQUIM NABUCO AMEAÇAVA CAIR EM 1961

          

        Em 1961 os professores do Grupos Escolar Joaquim Nabuco de Taipu enviam telegramas ao Governador dando conta que o o prédio do referido grupo escolar ameaçava cair sobre alunos.

      O Governador Aluizio Alves estava em Mossoró quando recebeu o telegrama assinado pela diretoria e professores do Grupo Escolar de Taipu, dando conta de que o primeiro semestre escolar daquele estabelecimento funcionou em casas particulares, em virtude do péssimo estado de conservação do Grupo Escolar. O prédio ameaçava cair sobre os alunos e os professores pediam urgentes medidas do governo, no sentido de iniciar reparos no prédio.(Tribuna do Norte, 27/07/1961, p.6).

        O governador mandou realizar a reforma do prédio tendo sido a inauguração da reforma do Grupo Escolar Joaquim Nabuco ocorrida em 30/01/1962 pelo governador Aluzio Alves. (Tribuna do Norte, 21/01/1962, p.5).

            O prédio do Grupo Escolar Joaquim Nabuco havia sido inaugurado em 1919 tendo sido aquela a primeira reforma por qual passara o prédio do mais antigo estabelecimento de ensino de Taipu.Nova reforma o prédio só viria a passar em 1976.

Prédio do Grupo Escolar Joaquim Nabuco.Data ignorada.Biblioteca IBGE..



CRONOLOGIA HISTÓRICA DA IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO DE TAIPU

  Cronologia  histórica da igreja matriz de Nossa Senhora do Livramento de Taipu

 

    A cronologia a seguir reúne os principais acontecimentos relacionados à devoção a Nossa Senhora do Livramento, à construção da antiga capela, à criação da paróquia, às transformações arquitetônicas da igreja e à preservação de seu patrimônio histórico.

    As datas foram organizadas com base nos registros paroquiais e nas pesquisas históricas disponíveis.

1839 - Registro da devoção a Nossa Senhora do Livramento em Taipu do Meio. Durante visita pastoral, Dom João da Purificação Marques Perdigão recebeu solicitação para a construção de uma capela dedicada à santa.  

29 de outubro de 1861- Bernardo José da Costa Gadelha e sua esposa, Maria Inácia do Carmo, formalizaram a doação de 125 braças em quadro para constituir o patrimônio de Nossa Senhora do Livramento e permitir a construção da capela.  Vila Taipu

11 de novembro de 1861- Autorização eclesiástica para que fosse realizada a bênção da primeira pedra da capela, conforme registro do Livro Tombo nº 1 da paróquia.

Por volta de 1867 - Data apontada por pesquisas históricas locais como início efetivo da construção da capela. Há divergências sobre o início e a conclusão da obra.  Memória+1

1877 - A capela de Taipu aparece mencionada entre as capelas filiais da Paróquia de Ceará-Mirim, em referência histórica atribuída a Manoel Ferreira Nobre.  Crônicas Taipuenses

1891-Taipu foi elevada à categoria de vila, consolidando sua organização político-administrativa. A igreja já constituía importante referência do núcleo urbano.

1896–1897 - A capela de Taipu voltou a funcionar temporariamente como sede da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Ceará-Mirim, por determinação de Dom Adauto de Miranda Henriques, em contexto de conflito naquela localidade.  Crônicas Taipuenses

18 de abril de 1913- Criação da Paróquia de Nossa Senhora do Livramento de Taipu, por decreto de Dom Joaquim Antônio de Almeida, primeiro bispo de Natal.  

1º de maio de 1913 - Instalação solene da paróquia e posse do primeiro pároco, padre Jeferson Urbano Rodrigues da Rocha. A antiga capela passou à condição de igreja matriz.  

1914 - Início de intervenções para adaptar a antiga capela à condição de matriz, sob a atuação do padre Celso Cicco. Foram realizadas modificações na nave, na capela-mor e nos altares laterais.  Crônicas Taipuenses

Década de 1940 - Novas intervenções no templo. O altar-mor teve sua construção iniciada em 1942, com conclusão posterior.

1948 -O padre João Correia de Aquino registrou a situação física da matriz, descrevendo suas dimensões, o piso da nave e as condições do forro.

19 de outubro de 1949 - Conclusão da pavimentação da igreja com piso em mosaico.  

1950- Realização de melhorias na matriz, incluindo pintura externa nas cores creme e branco e instalação de forro.  Crônicas Taipuenses

1955 - Construção de novo patamar de entrada em mosaico, com a inscrição “Esta é a casa de Deus”.

1956 - O padre José Luís da Silva iniciou uma grande reforma e ampliação da igreja.

1957–1958  - As obras ficaram interrompidas após a saída do padre José Luís da Silva, aguardando retomada.

28 de janeiro de 1959 - O cônego Rui Miranda retomou os trabalhos de ampliação, determinando a reconstrução de partes que apresentavam problemas de alinhamento.  Crônicas Taipuenses

1960 - A parte interna da igreja encontrava-se concluída, enquanto a torre estava levantada, ainda sem reboco. Foram realizados serviços de forro e pavimentação.  

1961–1962 - Prosseguimento dos serviços complementares, incluindo intervenções no patamar, no coro e no forro. As fontes históricas apontam 1962 como ano de conclusão de etapas importantes da ampliação.  Crônicas Taipuenses

1963 -A nova configuração da matriz aparece como concluída em referências históricas locais, consolidando a estrutura arquitetônica que caracteriza o templo atual.

25 de fevereiro de 1964 -Chegada das Irmãs do Imaculado Coração de Maria a Taipu, iniciando uma importante etapa de atuação pastoral, educativa e social ligada à paróquia.  RN

1969 - Criação do Grupo de Escoteiros Dom Bosco, ligado ao trabalho comunitário desenvolvido pelas religiosas e pela paróquia.  RN

1985 - Construção do Centro Pastoral Imaculado Coração de Maria, em espaço anteriormente ocupado pela Coletoria Estadual de Rendas.

1º de maio de 1986 - Inauguração do Centro Pastoral, que passou a receber atividades religiosas e eventos sociais e culturais.

1995 - Realização de novas obras na matriz durante a administração do padre Cláudio Régio da Silva Bezerra, incluindo substituição do forro, construção de espaços devocionais, aquisição de bancos, ampliação da sacristia e pintura.  

2000–2003 - Restauração da imagem de Nossa Senhora do Livramento, escultura em madeira policromada do século XIX, sob responsabilidade da Fundação José Augusto.

2001 - Reconhecimento da imagem de Nossa Senhora do Livramento como patrimônio artístico e cultural do Rio Grande do Norte.

2005- Construção  da sacristia pelo Pe. Claúdio Régio.

2012-  Inicio da ampliação da igreja matriz na parte posterior pelo Pe. Helenildo Marques.

2013- Centenário de criaçaõ de paróquia.

2018 - inicio da remodelação da parte interna da matriz com construção de nvos altares e nicho laterais.

2020- Remodelação  externa da matriz.

2022 - Celebração da 183ª Festa de Nossa Senhora do Livramento, reafirmando a continuidade da tradição religiosa e cultural de Taipu.