sexta-feira, 5 de junho de 2026

SOBRE ESCOLAS DE ESTREMOZ EM 1962

 

O Governador Aluízio Alves, em aviso n. 738, de 17/05/1962, recomendou ao Secretário de Educação entender-se com o DVOP, para estudar fórmulas de execução de serviços em diversas escolas isoladas do município de Ceará-Mirim.

Este foi o Aviso:

"Senhor Secretário de Educação,

Favor entender-se com o DVOP estudando a fórmula mais rápida de executar os seguintes serviços, mediante orçamentos a serem aprovados: nas Escolas Isoladas de Ceará Mirim, que acabo de visitar.

EM EXTREMOZ — Escolas Reunidas "Felipe Camarão" — restauração do teto, limpeza, reparos gerais. Em seguida, o Departamento de Educação providencie carteiras e quadro negro.

EM ARAÇÁ — Restauração do teto, reparos gerais e limpeza. O Departamento de Educação providencie carteiras e quadro-negro.

ESTIVAS — Reparos gerais e limpeza. O Departamento de Educação: carteiras, quadro-negro e filtro.

GENIPABÚ — Reparos gerais e limpeza. O Departamento de Educação: carteiras e quadro-negro.

CAPIM — O Departamento de Educação: carteiras, bandeira nacional, quadro-negro.

COQUEIROS — Reparos gerais, reconstrução do muro. O Departamento de Educação: carteiras e quadro-negro.

Cordialmente, ALUIZIO ALVES"[1]

Este documento marca uma transição temporal interessante em relação a educação em Estremoz. Aqui já estamos na década de 1960, durante o governo de Aluízio Alves no Rio Grande do Norte.

O texto mostra um despacho direto e pragmático do governador cobrando melhorias estruturais básicas (reparos de teto, envio de carteiras, quadros-negros e até mesmo filtros de água e bandeiras nacionais) para as escolas de diversas localidades da região, incluindo novamente a tradicional Escolas Reunidas Felipe Camarão, em Estremoz.



[1] Tribuna do Norte,18/05/1962,p.8.

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