O Governador Aluízio Alves, em aviso n.
738, de 17/05/1962, recomendou ao Secretário de Educação entender-se com o
DVOP, para estudar fórmulas de execução de serviços em diversas escolas
isoladas do município de Ceará-Mirim.
Este foi o Aviso:
"Senhor
Secretário de Educação,
Favor
entender-se com o DVOP estudando a fórmula mais rápida de executar os seguintes
serviços, mediante orçamentos a serem aprovados: nas Escolas Isoladas de Ceará
Mirim, que acabo de visitar.
EM
EXTREMOZ — Escolas
Reunidas "Felipe Camarão" — restauração do teto, limpeza, reparos
gerais. Em seguida, o Departamento de Educação providencie carteiras e quadro
negro.
EM
ARAÇÁ — Restauração do
teto, reparos gerais e limpeza. O Departamento de Educação providencie
carteiras e quadro-negro.
ESTIVAS — Reparos gerais e limpeza. O
Departamento de Educação: carteiras, quadro-negro e filtro.
GENIPABÚ — Reparos gerais e limpeza. O
Departamento de Educação: carteiras e quadro-negro.
CAPIM — O Departamento de Educação:
carteiras, bandeira nacional, quadro-negro.
COQUEIROS — Reparos gerais, reconstrução do
muro. O Departamento de Educação: carteiras e quadro-negro.
Cordialmente,
ALUIZIO ALVES"[1]
Este documento marca uma transição
temporal interessante em relação a educação em Estremoz. Aqui já estamos na
década de 1960, durante o governo de Aluízio Alves no Rio Grande do Norte.
O texto mostra um despacho direto e
pragmático do governador cobrando melhorias estruturais básicas (reparos de
teto, envio de carteiras, quadros-negros e até mesmo filtros de água e
bandeiras nacionais) para as escolas de diversas localidades da região,
incluindo novamente a tradicional Escolas Reunidas Felipe Camarão, em Estremoz.
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