Uma nota pitoresca foi publicada no
Jornal das Moças, periódico do Rio de Janeiro endereçada a uma moça
identificada por Maria moradora de Taipu-RN na qual dizia: “tem sido muito
censurado seu o proceder pois as mocinhas de quem tem falado não se lhe
comparam”. Assinava a nota ‘Um observador de Taipu R.G.do Norte’ (Jornal das Moças,
1920. p 29).O texto trata de uma repreensão a tal Maria que ao que tudo indica
não primava em ser um bom exemplos para as mocinha taipuenses da época.
Declaração de amor
Uma declaração de amor anônima foi publicada no Jornal das Moças endereçada a uma moça de Taipu nestes termos: Amo-te minha querida, legenda do meu amor, inspiração desta vida, Como és linda! És um Primor e de graça és guarnecida – Texa – Taipu R.G. do Norte” (Jornal das Moças, n. 463, 1 de maio de 1924 p. 59 ).
Assina a nota A.Teixeira, o que não é possível dizer que se trate do galanteador, também não foi identificada a moça cortejada, tão pouco se pode inferir que a palavra Texa se refira a cidade norte-americana.
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