O jornal ‘O Paíz’ na
edição de 19 de novembro de 1917 trazia a noticia sobre a construção e entrega
à população de Taipu de um poço a qual viria a amenizar o sofrimento da
população pela falta de água potável na então vila de Taipu. Segundo a noticia a inspetoria de obras contra a seca concluiu "a perfuração de um poço público na villa de Taipu, município desse
nome, no Rio Grande do Norte".
Esse
poço que tinha 37m de profundidade e fornecia 4.000 litros d’água em uma hora, estava ainda aparelhado com um moinho tipo “hoosler” que accionava uma bomba de tubos de
sucção e de descarga de 4’’ e 3’’ respectivamente, e um reservatório de ferro,
com capacidade de 5.000 litros ligado a um chafariz munido de troneiras, conta a referida matéria.
De
acordo com as formalidades regulamentares a inspetoria fez a entrega do poço a
Municipalidade de Taipu, a qual caberia a responsabilidade de bem conservá-lo e
fornecer água a qualquer pessoa, desde que para um fim útil ou para socorrer a necessidade doméstica, ficando aquela repartição exonerada de todo
e qualquer concerto, reparo ou obra complementar de que venha necessitar o mesmo.
A baixo a foto de um poço em Taipu.Não posso afirmar que se trate do poço citado na matéria a cima pois existia outro poço onde atualmente está a escola municipal Francisca Avelino, mas tudo indica que o citado na matéria fosse idêntico a este.

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